Eu, eu mesma e Eu (de novo).

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Fonte:http://just-th0ught.tumblr.com/post/45429479565

Não adianta dizer que estou bem, quando eu não estou bem. Eu planejava escrever outra coisa aqui, mas andei descobrindo coisas desagradáveis de mim mesma. Tudo que eu escrevo aqui são o meu coração e minha razão implorando para que eu volte a respirar. Está tudo aqui, frustrações e mais frustrações. Incertezas em cima de incertezas. Quantas vezes eu já escrevi aqui sobre a minha baixa autoconfiança e baixa autoestima?! Muitas vezes. Agora, eu tenho respostas para tudo isso. Tem uma música da cantora Pink que eu sempre gostei, ela é antiga, tem uns dez anos! (http://vevo.ly/efpIH2) Mas, me dizia algo. Pelo menos em algumas partes. Como ser sua pior inimiga. Acredite, eu sou uma inimiga e tanto para mim mesma. Eu sempre tentei superar a mim mesma, ninguém mais. Estar, que eu creio, no mesmo patamar intelectual e blá, blá, blá e outras coisas mais que as outras pessoas. Desde os meus cinco-seis anos de idade até agora aos 24 anos e perto dos meu um quarto de vida, eu sou assim. Acho que sou assim, antes mesmo dos meus cinco – seis anos de idade. Eu não sei. Enfim, eu sempre tive uma visão distorcida de mim mesma. Agora, toda minha estranheza, toda minha… sei lá, tudo na minha cabeça, tudo que eu crio, tem um nome. As pessoas que estão por fora tem a impressão que eu tomo tudo para o lado pessoal, todas as coisas ruins. Se meu trabalho não é aceito ou é “gongado” por um professor, como já aconteceu antes, eu apesar da raiva inicial, eu refazia tudo e tentava fazer o meu melhor. O que eu sinto não é a raiva, mas provavelmente o medo de ser “gongada” novamente e ouvir as risadas, os comentários negativos dos outros e sentir que você, no meu caso EU não sou capaz, ser uma inútil e por aí vai. Como eu já ouvi. Eu tento em não ser vítima, ou me “vitimar” (nem sei se há esta palavra) e esconder tudo que eu sinto. E vou a luta, fazendo o possível e o impossível para melhorar. Acredite, quando eu me esforço, eu destruo até o meu cérebro. Meus colegas sempre me diziam que eu louca por ficar até 48 horas acordada (já cheguei a 72 horas acordada) só para dar o meu melhor. Tem uma pessoa que está na minha frente que me olha e diz que serei uma eterna fracassada não importa o quanto eu me dedique. Não é a minha mãe, não é a minha irmã, não é o meu pai. Ela é invísivel e sei que ela existe e tento vê-la sempre. Mas não consigo. O nome dela é Ansiedade. Eu sofro de Transtorno de Ansiedade Generalizada. É ela que vocês leem por aqui.

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